Geral

A cegueira ideológica e o teatro das cortinas de fumaça

No palco político brasileiro — e mundial — o espetáculo já não é mais sobre ideias, mas sobre torcidas. De um lado, militantes defendem seus políticos com fervor religioso; do outro, adversários fazem o mesmo, como se o poder fosse um time de futebol e a verdade, apenas um detalhe incômodo. Nesse embate sem lucidez, o debate público virou uma arena de ruídos, e a verdade… se esconde nos bastidores, abafada por aplausos ensaiados e vaias programadas.

O Som que Ensina: A Arte, a Tecnologia e o Valor de uma Serenata no Dia do Professor

Ser professor hoje é caminhar num fio delicado entre o humano e o digital. No passado, bastavam um giz e um quadro para ensinar o mundo; hoje, é preciso decifrar algoritmos, lidar com telas e disputar a atenção dos alunos com o universo inteiro que cabe em um celular. O “Dia do Professor”, celebrado em 15 de outubro, não é apenas uma data simbólica, é um lembrete de que ensinar continua sendo um dos atos mais corajosos e transformadores da sociedade.

A luz do passado e a cegueira do presente

Nas rodas de família, nos encontros entre amigos, somos guiados pelas memórias afetivas. Recontamos o que nos fez sorrir, reforçamos lembranças que aquecem o coração. No entanto, nossa memória é seletiva: tende a apagar o lado sombrio. Empurramos erros, dores e falhas para o esquecimento, como se silenciar fosse suficiente para curar. Mas não é.

Quando o algoritmo pede bis e a vida desafina

Vivemos numa época curiosa: tudo tem aplicativo, menos paciência. A tecnologia nos dá mapas, estatísticas, predições. Só não sabe lidar quando a pergunta é simples demais: o que é sentir?

A verdade é que não estamos diante de uma guerra entre humanos e máquinas. Estamos, na real, num campeonato de quem aguenta mais notificações antes de surtar. E, por enquanto, estamos perdendo feio.

O problema do “sempre online”

Chamamos de conexão, mas o que temos é uma overdose de ruído. A vida virou um feed infinito, e cada deslize é apenas mais um scroll. Mas quem foi que decidiu que “viver” é estar permanentemente atualizado?

Rick Davies: a voz grave e o piano inconfundível que silenciaram com o fim de uma era

Morreu neste sábado, 6 de setembro de 2025, aos 81 anos, Rick Davies, cofundador e líder do Supertramp. Vítima de mieloma múltiplo, o músico deixa um legado que atravessa gerações, marcado pelo timbre grave, pelo piano elétrico Wurlitzer e pela busca incansável de manter viva a identidade de uma das bandas mais sofisticadas do rock mundial.