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Natal não é troca. É encontro.

O Natal nasceu como um ritual de valores, mas aos poucos foi sendo reduzido a um ritual de trocas. Trocam-se caixas, embrulhos, senhas, cliques. Pouco se trocam presença, escuta, verdade e tempo. Talvez porque valores exigem entrega real — e presentes podem ser comprados com pressa. O ser humano moderno não deixou de amar; deixou de sustentar o amor com atenção contínua.