
Realinhamento IV, de Ximena Garrido-Lecca
O cobre é um dos principais motores da economia peruana. O país é o segundo mais produtor do mundo, atrás apenas do Chile, e as

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O diálogo entre o ontem, o hoje e o amanhã alimenta a instalação “Tantas vezes apümngeiñ”, de 2016, de Sebastián Calfuqueo, que consiste em uma

Fotos são interpretações de mundo. As imagens “El cementerio de aviones”, de Dimitri Lee, são retratos do tempo. Os senhores do ar que não se

Cantor baiano apresentou repertório que mistura seresta, MPB, forró e sofrência na noite de sábado (20) O cantor Eduardo Pires se apresentou na

O projeto de extensão “GINGAS Capoeira: gesto, ritmo e ritual” já começou, resultado da parceria entre o Programa de Pós-Graduação em Ciência, Tecnologia e Inclusão

A série de pinturas “Mata À VENDA”, de Alice Shintani, na Galeria Marcelo Guarnieri, dialoga com a Série “Mata”, exposta na 34ª Bienal de São

Afresco de 214 cm × 88 cm pintado por Masaccio, em aproximadamente em 1425, “Cacciata dei progenitori dall’Eden”, conhecido em língua portuguesa como “A Expulsão

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O niteroiense David Bassous, conhecido como Mestre Bujão, tomou posse representando a cadeira de capoeira Conselho Municipal de Política Cultural de Niterói (CMPC), na sede

Vivemos numa época curiosa: tudo tem aplicativo, menos paciência. A tecnologia nos dá mapas, estatísticas, predições. Só não sabe lidar quando a pergunta é simples demais: o que é sentir?
A verdade é que não estamos diante de uma guerra entre humanos e máquinas. Estamos, na real, num campeonato de quem aguenta mais notificações antes de surtar. E, por enquanto, estamos perdendo feio.
O problema do “sempre online”
Chamamos de conexão, mas o que temos é uma overdose de ruído. A vida virou um feed infinito, e cada deslize é apenas mais um scroll. Mas quem foi que decidiu que “viver” é estar permanentemente atualizado?