Cultura

Serenata  de cumplicidade: O amor de uma babá e sua menina

Era uma noite fria de inverno quando nossa trupe seguiu em direção a Moema, em São Paulo. O destino? Um buffet infantil, daqueles iluminados por cores vibrantes e gargalhadas miúdas. Mas o que nos levava até lá não era uma festa qualquer. A responsável pela surpresa era Edna, a babá da pequena Marina, de apenas nove anos. E a homenageada? A própria Marina

Poucos imaginavam que, no meio dos brinquedos e da euforia típica das crianças, uma serenata estava prestes a acontecer e menos ainda que havia sido a babá quem a encomendara. Chegamos com nossos instrumentos, afinamos vozes e corações, e assim, o roteiro da emoção começou a ser escrito ali, no calor doce daquele salão.

Mãe, ainda canto pra você no Dia das Mães

O Dia das Mães chega como um raio de sol numa manhã fria. Quente para muitos, gelado para alguns.
É um daqueles dias que parecem querer arrancar da gente um sorriso, mesmo quando o peito só sabe dar suspiros. Para quem ainda tem sua mãe por perto, é dia de abraço apertado, de gratidão dita em voz alta, de olhos marejados por amor. Mas, para quem já perdeu a mãe, e são  tantos de nós, o Dia das Mães chega como quem pisa em terreno sagrado: cheio de lembranças, cheio de ausência.