Catanduva cidade Feitiço

Catanduva é conhecida como capital nacional do ventilador, por abrigar importantes indústrias do setor, entre elas a Arge, Loren Sid, Tron e Venti-Delta.

Em 22 de julho de 1970 foi fundada Laticínio da Região de Catanduva S/A (Matinal), posteriormente Laticínios Matinal S/A, dona da marca Matilat, presente em cerca de 200 cidades brasileiras.

A cidade também é casa da Cocam Cia de Café Solúvel e Derivados, construída em 1970 na cidade de Catanduva, com produtos comercializados atualmente em todo o Brasil e em mais de 35 países.

Outro destaque é o Garden Shopping Catanduva, localizado no centro da cidade. O centro de compras possui duas lojas âncoras, três megalojas, três salas de cinemas, 90 lojas e 11 mil metros quadrados de área de lojas.

A cidade é sede do Grupo Maranhão, que atua nos mercados de atacado e varejo de alimentos e outros produtos.

ECONOMIA

Catanduva desenvolveu-se às margens do rio São Domingos e tornou-se um dos mais expressivos polos de desenvolvimento da região Noroeste do Estado de São Paulo. Catanduva é dona do 77ª maior economia entre as 645 localidades paulistas listadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com um Produto Interno Bruto (PIB) a preços correntes de R$ 3,6 bilhões em 2015, último indicador municipal divulgado pelo órgão.

Entre 2010 e 2015, a economia do município cresceu 47,47%, saltando de R$ 2,444 bilhões para R$ 3.604 bilhões. Já o PIB per capita, divisão do PIB do período pela população do município, cresceu 39,28% (passou de R$ 21.659,31 em 2010 para R$ 30.167.85 em 2015).

O setor de serviços, que inclui comércio, domina a economia catanduvense. Em 2015, a atividade respondeu por 58,70% do PIB local, correspondendo a R$ 2,11 bilhões. E vem ganhando espaço, pois em 2010 ela equivalia a 53,27% do PIB, com R$ 1,30 bilhão. A indústria é a segunda maior geradora de riquezas do município, somando R$ 662,4 milhões em 2015 (18,38%), mas sua participação no total vem perdendo força (em 2010, era de 21,93%, com R$ 536,0 milhões).

A Administração pública responde por 12,50% do PIB de 2015, com R$ 450,7 milhões, seguida por impostos, com R$ 340,6 milhões (9,46%), e agropecuária, com R$ R$ 34,6 milhões (0,96% do total).

Praça Monsenhor Albino – Igreja Matriz

Mercado de trabalho

O mercado de trabalho formal na cidade compreendia 33.050 postos de trabalho em dezembro de 2017, de acordo com números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O número de estabelecimentos empregadores era de 7.589.

O setor que mais emprega na cidade é o de “serviços”, com 11.465 colocações em 3.459 estabelecimentos, seguido de perto pelo “comércio”, com 9.325 postos em 2.828 empregadores. A “indústria de transformação” é a terceira força geradora de empregos na cidade, com 9.724 postos em 539 estabelecimentos. Na quarta posição está “construção civil”, com 1.283 empregos em 301 estabelecimentos, seguida por “agropecuária” (615 pessoas em 434 locais), “administração pública” (518 pessoas em 8 estabelecimentos) e “serviços industriais de utilidade pública” (120 profissionais e 20 empregadores).

Segundo a Secretaria de Desenvolvimento, Emprego e Relação de Trabalho do município, com base em dados do Caged, as três ocupações que mais empregaram em 2017 foram, por ordem, a de vendedor de comércio varejista, com 1.024 contratações, a de auxiliar de escritório em geral, com 531 vagas, e alimentador de linha de produção, que contabilizou 518.

Praça da República no coração da cidade

 Cidade centenária

Catanduva comemorou seu primeiro centenário de emancipação, ocorrida em 14 de abril no ano de 1918, com muitos motivos para se orgulhar. É uma cidade que cresce a passos largos, integrante do seleto grupo de municípios brasileiros com alta qualidade de vida e uma economia que apresenta forte ascendência, morada de uma população produtiva. Todas essas qualidades fazem com que seus visitantes queiram sempre passar mais tempo por ali e voltar outras vezes, o que lhe conferiu o título de ‘Cidade feitiço”.